segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Álcool mais caro na região

Nesta primeira semana de outubro, os consumidores levaram um susto: o preço do álcool disparou em Maringá, subindo mais de 30 centavos por litro de quinta para sexta-feira. Em Paranavaí não foi diferente. O preço subiu praticamente 4 % em todos os postos da cidade, tendo como preço médio o valor de R$ 1,60 por litro.

Mesmo sendo um valor já alto, os maringaenses é quem tem maior direito de reclamar, pois o preço médio na  cidade é de aproximados 1,85 a 1,90 por litro.

Quem tem carro flex já começa a fazer as contas, pois segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), a gasolina já é mais vantajosa em 14 estados do país, devido aos reajustes de preços recentes.

domingo, 10 de outubro de 2010

Greve dos bancários

Praticamente a cada Convenção Coletiva (negociação dos patrões com os sindicatos para definir reajuste salarial e outros benefícios à categoria), os bancários entram em greve, sendo os bancos anualmente fechados por causa deste fato.

Com toda certeza é direito dos bancários reivindicarem seu aumento, assim como fazer greve, mas o que notamos com tudo isso é que não há a pressão que tal instrumento geralmente cria contra os banqueiros. Os patrões neste caso estão pouco se importando com a greve, pois tem menos custo administrativo, o dinheiro permanece mais tempo no banco, sem contar que muitos com a conta negativa não conseguem depositar dinheiro para cobrir o débito, entrando no cheque especial e pagando quantias vultuosas aos bancos.

Em minha singela opinião, o sindicato dos bancários deveriam utilizar de outras formas de pressionar e negociar um aumento salarial, uma vez que tais greves vem só prejudicando o povo, que tanto precisa dos serviços bancários.

Segundo turno: Serra vs Dilma

A campanha iniciada na internet contra a candidata do PT, Dilma Rousseff, que a acusa de ser favorável ao aborto, e de mudar de opinião quando lhe convém começa a tomar maior repercussão com o candidato José Serra encampando em seu programa eleitoral.

O problema de se discutir tal assunto é deixarmos de abordar as questões realmente importantes ao país, tais como educação, saúde, segurança pública e corrupção. Ponto negativo para o PSDB-DEM neste quesito.

No que concerne a campanha petista, que quer comparar o governo do presidente Lula e do ex-presidente Fernado Henrique, outro des-serviço a nação. Primeiro que Lula não foi tão diferente assim do FHC para dizer que estão em lados diferentes, segundo que temos que discutir o futuro, e os candidatos que aqui se colocam à disposição da nação, pois pelo que eu saiba quem irá administrar o país nos próximos 4 anos não serão nossos ilustres ex-presidentes, mas sim, o eleito pela nação no pleito do final do mês.

Tropa de Elite 2

Assisti hoje Tropa de Elite 2. Um filme muito esperado e realmente muito bom. Acho que a diferença principal para o primeiro é o foco de abordagem, uma vez que no inicial é o típico filme do bem contra o mal (polícia vs tráfico), enquanto neste temos mais problemas e coisas a pensar.

Mostra uma sociedade refém da corrupção, bem como as próprias instituições sendo corrompidas internamente. Deixa muito o que pensar. Recomendo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Uma história de Honduras

Era mais outro pequeno país que a estratégia chavista começava a imperar. O presidente deposto Manuel Zelaya, um chefe de estado que foi eleito com o apoio da elite econômica do país, mas que por um péssimo governo e vários erros desde o início atingiu recordes absolutos de rejeição, viu no apoio e políticas populistas do venezuelano Hugo Chavéz um modo de conseguir atenção e alguma popularidade.
Práticas e idéias socialistas de minar os outros poderes do país começaram a ser aplicadas, todas ensinadas e executadas do mesmo modo, de forma a conseguir o apoio da camada mais carente da população e assim obter poderes quase que absolutos. Quase acabando seu primeiro mandato, Zelaya queria mais. Ao desejar continuar no poder, mesmo sabendo que a constituição proíbe a reeleição, e tal artigo não pode ser alterado, convocou um plebiscito, uma votação para que o povo decidisse se poderia ser alterado o artigo e assim pudesse mais uma vez ser conduzido ao poder.
Apesar da Corte do país ter proibido tal ato, e o exército se negado a realizá-lo, o tirano insistiu. Já respondendo a 18 processos criminais, a Suprema Corte de Justiça do país decidiu que ao violar a constituição, Zelaya não poderia mais ser presidente. Tudo extremamente legal neste ato, mas ao cumprirem-no cometeram o maior erro, admitido pelo próprio presidente interino, Roberto Micheletti, e o enviaram para o exterior.
Ao invés de deixá-lo no país, o expulsaram, o que também veda a Constituição. O congresso elegeu um membro para ser presidente, e o resto é história. Zelaya se apoiou no erro de ser expulso do país e conseguiu o apoio dos vizinhos. Todos consideraram o ato ilegal, o que realmente o foi.
Contudo, sua expulsão foi indevida, e não a retirada do poder. O Brasil decidiu intervir. Ao entrar em seu país de forma clandestina, Zelaya se abrigou em nossa embaixada. Um mês depois de todos transtornos e problemas causados, muito bem noticiados pela mídia, diplomatas americanos chegam ao país e conversam com os dois presidentes, interino e deposto. Deste diálogo é feito um acordo, o qual deve ser cumprido nesta semana.
Ficou acordado que o Congresso Hondurenho votará se Manuel Zelaya poderá ou não voltar ao poder, entre outros itens. Perto das eleições, no próximo dia 29, o governo interino parece inclinado a trabalhar para que os congressistas votem contrários à volta de Zelaya e espera que as eleições tragam normalidade ao país, que começa a sofrer com os embargos econômicos sofridos. Só nos resta aguardar para ver o desenrolar desta longa história.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Imprensa

Diariamente toda sociedade é influenciada pelos fatos, pessoas e situações que ocorrem ao nosso redor. O que se percebe claramente ao assistir um telejornal, ao ler um ou ouvir poucos minutos de uma rádio é a agenda que a imprensa tem seguido no Brasil. Muitos dizem que estes temas são abordados com exclusividade nesta porque vendem. Contudo, há aqueles que notam algo mais perigoso e sutil por detrás disso.

Desnecessário se faz pontuar que a corrupção na política e a violência são os assuntos em questão a que se refere este artigo. Bombardeados diariamente com informações sobre falcatruas no Congresso, desvio de dinheiro ou acidentes na assembléia estadual, tráfico de drogas e assassinados na cidade, criou-se e cria-se reiteradamente cidadãos que se sentem indignados com os problemas na política e inseguros, com medo de tudo e de todos.
Não é o intuito deste artigo contrariar os fatos apresentados pela imprensa ou negá-los, pois é de conhecimento geral que a violência cresce ano a ano e que existem sim políticos de má índole. O que não se pode esquecer é que divulgar tais situações, e ultimamente tem sido somente estas as veiculadas, faz com que nos afastemos da verdade e nos tornemos indivíduos alienados, pois estes tem uma visão parcial e simplória do que realmente tem ocorrido.

Se alguém comentar em uma conversa à respeito de um político que admira, independente de quem seja, por melhor que tenha sido sua carreira e conduta, certamente receberá como réplica de outrem que todos políticos são corruptos e não há honestidade e boas intenções na política. A sociedade é influenciada, portanto, a se afastar da participação efetiva dos órgãos e instâncias públicas, pois “quem é de bem não mexe com isso”. Neste ponto reside o perigo.

Ao ter uma suspeita de crime ou desvio de dinheiro público, ainda que em fase de investigação ou do início do processo judicial, a mídia já expõe a foto do indivíduo em cadeia nacional o condenando antecipadamente, mesmo que diga: ele é suspeito de um suposto crime. Não há espaço para defesa, para que seja provada sua inocência no ar. Mesmo que absolvido, no máximo terá uma nota comunicando a sociedade, nunca o mesmo tempo e argumentos que utilizaram para o “condenar”.

Ao serem indagados em um processo por danos morais, defendem-se, ou há quem o diga, (escondem-se) no principio constitucional da liberdade de imprensa, de opinião ou o que o valha. Infelizmente, várias são as situações em que conseguem vencer a batalha judicial. Necessário se faz repensar na forma de se abordar as matérias, pois tão constitucionais como este são os princípios da ampla defesa, do contraditório e do devido processo legal, que devem ser respeitados em um Estado de Direito, para que não sejam pré-julgados e condenados cidadãos de forma injusta, e sobretudo antes que reste provado o crime cometido.

domingo, 12 de abril de 2009

Inflação Mundial - perigo

O ministro das Finanças alemão, Peer Steinbrück, advertiu sobre o risco de uma inflação mundial, após a recuperação da atual crise financeira e econômica internacional.
Em declarações publicadas hoje pelo jornal "Bild", Steinbrück diz que, com o dinheiro que está sendo injetando nos mercados, pode estar sendo semeado o germe de uma inflação a médio prazo.
"Está se injetando muito dinheiro no mercado, de modo que existe o risco de uma saturação dos mercados financeiros e de uma inflação mundial após uma recuperação", disse Steinbrück.
O ministro admitiu que, por enquanto, não há alternativa aos programas de investimentos estatais, mas disse que, a médio prazo, é preciso tomar medidas para voltar a tirar de circulação "os bilhões que agora injetamos na economia". Segundo Steinbrück, isso será um desafio para os bancos centrais de todo o mundo.
Fonte: Folha de São Paulo.

Comentário: A curto prazo, as ajudas dos governos podem ter um efeito muito positivo. Contudo, quando os paises começarem a ter sua economia recuperada, o dinheiro colocado em circulação hoje irá sobrar e poderá gerar outro problema e uma nova crise. Tomemos cuidado.